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Este livro está em pré-venda e será enviado a partir do dia 16 de Dezembro de 2020
FASCISMO
  • autor: Evguiéni B. Pachukanis
  • prefácio: Alysson Leandro Mascaro
  • tradução: Paula Vaz de Almeida
  • orelha: Juliana Paula Magalhães
  • capa: Ronaldo Alves
edição:
selo:
Boitempo
páginas:
128
formato:
23cm x 16cm x 1cm
peso:
200 gr
ano de publicação:
2020
encadernação:
Brochura
ISBN:
9786557170359

“Os textos de Pachukanis sobre o fascismo são, destacadamente, a mais importante reflexão marxista sobre o tema. De modo único, o autor alcança, em tal questão, o problema das formas da sociabilidade burguesa – mercadoria, valor, Estado e direito”, aponta Alysson Mascaro no prefácio da obra.

Fascismo é uma coletânea de quatro textos do revolucionário soviético E. B. Pachukanis sobre o fascismo italiano e a ascensão do fascismo alemão. Reunidos pela primeira vez em língua portuguesa, os escritos abordam o quadro político das primeiras décadas do século XX de um ponto de vista marxista.

“Para uma caracterização da ditadura fascista” (1926) abre a obra estabelecendo parâmetros para uma compreensão rigorosa do fascismo. Em seguida, o verbete “Fascismo” (1927), escrito para a Enciclopédia do Estado e do direito, dá uma descrição geral do fenômeno fascista a partir do caso italiano.

“A crise do capitalismo e as teorias fascistas do Estado” (1931) é um balanço da situação do capitalismo mundial e dos contextos políticos e teóricos da Itália e da Alemanha. O quarto texto, “Como os sociais-fascistas falsificaram os sovietes na Alemanha” (1933), avalia a estratégia da esquerda alemã na virada decisiva dos anos de 1918-19.

Os textos devem interessar tanto a pesquisadores do assunto, quanto a quem deseja conhecer uma perspectiva histórica marxista sobre um fenômeno que voltou a frequentar o debate político e cultural.

 

Trecho do livro

“Dizer que a ditadura do fascismo é a ditadura do capital significa dizer muito pouco. É preciso dar uma resposta à pergunta: por que a ditadura do capital efetua-se precisamente dessa forma? Não se pode esquecer o pensamento de Hegel de que a forma é um ponto essencial do conteúdo. Por isso temos a obrigação de averiguar o que essa forma particular gerou de novidade, o que ofereceu de novidade, quais suas possibilidades específicas e suas contradições específicas”.