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Colonialismo e luta anticolonial: desafios da revolução no século XXI

Domenico Losurdo

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Colonialismo e luta anticolonial: desafios da revolução no século XXI
  • autor: Domenico Losurdo
  • apresentação e organização: Jones Manoel
  • tradutores: Diego Silveira
    Federico Losurdo
    Giulio Gerosa
    Marcos Aurélio da Silva
    Maria Lucilia Ruy
    Maryse Farhi
    Modesto Florezano
  • capa: Maikon Nery
edição:
selo:
Boitempo
páginas:
216
formato:
23cm x 16cm x 3cm
peso:
350 gr
ano de publicação:
2020
encadernação:
brochura
ISBN:
9786557170090

Um dos maiores pensadores marxistas contemporâneos, o italiano Domenico Losurdo deixou um contundente legado não só para o pensamento filosófico, mas também para a luta contra o imperialismo e o colonialismo. Essa coletânea, organizada pelo historiador Jones Manoel, traz ao leitor 12 intervenções do renomado estudioso, entre artigos, transcrições de palestras e entrevistas.

 
Tendo como conceitos centrais os temas do imperialismo, do racismo e da dominação colonial, a obra apresenta uma compreensão estratégica da luta de classes internacional durante o século XX e sua continuidade no século XXI. Das ligações teóricas entre o regime nazista e os Estados Unidos até a chamada “indústria da mentira” em operação nos recentes conflitos na Síria e no Iraque, os métodos da dominação colonial são expostos e integrados a uma visão histórica do desenvolvimento do capitalismo sob hegemonia estadunidense.  

A coletânea propõe um vínculo claro entre capitalismo e colonialismo, e também entre marxismo e luta anticolonial e anti-imperialista, de uma perspectiva histórica e militante. O texto é muito instrutivo sobre a relação entre o surgimento do movimento comunista e o combate à dominação colonial e racial no mundo.

 

Trecho do livro

“Embora se desenvolva na mesma área geográfica e tenha como alvo o mesmo país, a agressão contra o Iraque que os Estados Unidos se preparam para desencadear tem um significado sensivelmente distinto e decisivamente mais inquietante do que a promovida na Guerra do Golfo, de 1991. Nesse meio tempo, a Doutrina Bush interveio com a teoria da guerra preventiva, evocada para enfrentar ‘as ameaças emergentes antes que elas atinjam sua plena forma’. Que se trate de ‘uma ameaça específica aos Estados Unidos’ ou ‘aos seus aliados e amigos’, de uma ameaça à segurança ou apenas aos seus ‘interesses’ – todas elas, sem a menor distinção, devem ser liquidadas. Àqueles que ainda não entenderam, a administração estadunidense esclarece estar pronta para ‘agir todas as vezes que nossos interesses sejam ameaçados’”.